ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE ESTUDOS TRIBUTÁRIOS
SÃO PAULO / SP - Endereço: Avenida Paulista, 509, sala 510, Bela Vista, CEP: 01311-910
Tel.: (11)3171-1265 ou (11) 3105-7132 - RECIFE / PE - Tel.: (81) 3038-7538

 

 

Cadastre-se para receber nosso Newsletter diário, gratuitamente
 
Código validador:
Login senha
     
seja um associado master, clique aqui


Direito Tributário  

APET

  SP
Direito Tributário
  PE
Direito Tributário

 

Enviar Imprimir voltar

 

Impostos de assustar até bruxa

o dia das Bruxas ou Halloween, comemorado nesta quarta-feira (31/10), vai ser de assustar, principalmente no que se refere à carga tributária de artigos tradicionais dessa festa.
Para se ter uma ideia, 43,93% do preço de uma máscara são de impostos. Outras tributações de arrepiar são da luva (40,85%), da dentadura de vampiro (40,09%), do chapéu (33,95%) e da fantasia (33,91%). As informações estão em levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O item mais tributado da lista, encomendada pela ACSP ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), é a cerveja (55,6%).

Depois vêm maquiagem (51,41%), caldeirão (45,77%), decoração (45,68%), refrigerante (44,55%) e luz negra (44,54%). Guloseimas para a brincadeira do trick-or-treat ("doce ou travessura" ou "gostosuras ou travessuras" em português), o cenário é amargo; as cargas tributárias do chocolate e da bala são de 38,6% e 36,54%, respectivamente.

“Para que os impostos não sejam de arrepiar nos próximos anos, o novo governo precisa fazer ajustes efetivos e frear o déficit das contas públicas. Os brasileiros são pagadores das maiores taxas de impostos da América Latina. Enquanto no País a carga tributária varia entre 32% e 33% do PIB, a mesma média é de apenas 21% em outros países da região”, afirma Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Para ele, será moderado o movimento nas lojas de comércio popular e as vendas devem se concentrar em itens de pequeno valor, geralmente pagos à vista, como acessórios.

Fonte: Diário do Comércio - SP

Associação Paulista de Estudos Tributários, 2/11/2018  18:00:43